segunda-feira, 11 de setembro de 2017

MELHORAMENTO GENÉTICO DA MANDIOCA

A mandioca (Manihot esculenta Crantz) é uma importante cultura tropical, e constitui a base alimentar de cerca de 500 milhões de pessoas da África, Ásia e América Latina. A domesticação da planta de mandioca ocorreu juntamente com os povos antigos, através de práticas de seleção realizada pelo homem, no seu cultivo itinerante e pela própria seleção natural.
 Os genótipos de mandioca apresentam suficiente grau de variabilidade, e fornecem aos melhoristas a maior parte dos caracteres de interesse econômico. Os programas de melhoramento genético da mandioca visam:
  • ALTO TEOR DE PROTEÍNAS
  • BAIXO TEOR DE HCN
  • PELÍCULA DA RAÍZ CLARA
  • ARQUITETURA ERETA E BOM ASPECTO DAS RAÍZES
  •  OBTER MATERIAIS COM RESISTÊNCIA AS PRINCIPAIS DOENÇAS CAUSADAS POR FUNGOS COMO FUSARIUM SPP. E PHYTOPHTHORA SP, 
  • MENOR POTENCIAL CIANOGÊNICO, MELHORES QUALIDADES CULINÁRIAS, "CONSIDERA-SE QUE HÁ MAIS DE 1.000 ESPÉCIES VEGETAIS CIANOGÊNICAS, ENQUANTO QUE SÃO MENCIONADAS CERCA DE 2.000 ESPÉCIES VEGETAIS CIANOGÊNICAS
·         
OBSERVAÇÃO:
·         CIANOGÊNICO Origina-se de substância contida em plantas que contêm como princípio ativo o ácido cianídrico (HCN). Este é um líquido incolor, muito volátil, considerado como uma das substâncias mais tóxicas que se conhecem. Nas plantas, glicosídeos cianogênicos têm sido constatados em plantas de muitas famílias, entre elas: as Rosaceae, Leguminoseae, Gramíneae, Araceae, Passifloraceae e Euforbiceae. Além das plantas, o HCN também é encontrado em cogumelos, fungos e bactérias.

No Brasil há muitas variedades de mandioca. Dentre elas, temos a mandioca de mesa (macaxeira, aipim, mandioca-mansa) e a mandioca tipo indústria (mandioca-brava, mandioca-amarga). Ambas são bastante semelhantes, o que torna impossível diferenciá-las no campo, por meio da análise visual.

Se houver qualquer dúvida, o agricultor deve enviar amostras para exame laboratorial. Dessa forma, o teor de ácido cianídrico pode ser avaliado. E é isso que diferencia a mandioca de mesa da mandioca-brava.

A mandioca-amarga ou brava possui alto teor de ácido cianídrico (quantidade de linamarina maior que 100mg/kg), extremamente tóxico ao homem e aos animais. Quando a linamarina sofre a ação de enzimas externas ou existentes na própria raiz, surge o ácido cianídrico, com alto ou baixo grau de toxidade.

A mandioca tipo indústria (brava) deve ser submetida a técnicas de detoxificação (secagem) para ser consumida. Sendo assim, o processamento industrial da mandioca é necessário, até que se transforme em farinha, polvilho, fécula ou raspa.

Já a mandioca tipo mesa (mansa) é consumida das mais diversas formas: em bolos, biscoitos, pudins, purês, ou simplesmente cozida, frita ou em caldo. Esta variedade não precisa ser processada, pois o seu teor de ácido cianídrico é muito baixo (não tóxico).

Em síntese, no aspecto visual, ambas podem apresentar caules verdes ou rosados, ou pele branca ou rosada, além das folhas e das raízes semelhantes. Portanto, quem não tiver o histórico da cultura de mandioca, deve fazer uma análise em laboratório.
É possível diferenciar mandioca brava da de mesa?
A mandioca de mesa e a mandioca brava são bastante semelhantes, o que torna impossível diferenciá-las no campo, por meio da análise visual.
No Brasil há muitas variedades de mandioca. Dentre elas, temos a mandioca de mesa (macaxeiraaipimmandioca-mansa) e a mandioca tipo indústria (mandioca-bravamandioca-amarga). Ambas são bastante semelhantes, o que torna impossível diferenciá-las no campo, por meio da análise visual. 

Se houver qualquer dúvida, o agricultor deve enviar amostras para exame laboratorial. Dessa forma, o teor de ácido cianídrico pode ser avaliado. E é isso que diferencia a mandioca de mesa da mandioca-brava. 

A mandioca-amarga ou brava possui alto teor de ácido cianídrico (quantidade de linamarina maior que 100mg/kg), extremamente tóxico ao homem e aos animais. Quando a linamarina sofre a ação de enzimas externas ou existentes na própria raiz, surge o ácido cianídrico, com alto ou baixo grau de toxidade. 

A mandioca tipo indústria (brava) deve ser submetida a técnicas de detoxificação (secagem) para ser consumida. Sendo assim, o 
processamento industrial da mandioca é necessário, até que se transforme em farinha, polvilho, fécula ou raspa.

Já a mandioca tipo mesa (mansa) é consumida das mais diversas formas: em bolos, biscoitos, pudins, purês, ou simplesmente cozida, frita ou em caldo. Esta variedade não precisa ser processada, pois o seu teor de ácido cianídrico é muito baixo (não tóxico).

Em síntese, no aspecto visual, ambas podem apresentar caules verdes ou rosados, ou pele branca ou rosada, além das folhas e das raízes semelhantes. Portanto, quem não tiver o histórico da 
cultura de mandioca, deve fazer uma análise em laboratório.

Por Andréa Oliveira.
Fontes: Globo Rural e Cursos CPT.
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A mandioca comum contém cianureto – se for comida crua, pode causar paralisia ou morte. Mas a Universidade Estadual de Ohio (EUA) criou uma mandioca sem o gene CYP79D1 – e, por isso, 99% menos cianureto.
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